﻿{"id":389688,"date":"2017-04-07T15:02:01","date_gmt":"2017-04-07T18:02:01","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.arq.ufmg.br\/ea\/?p=389688"},"modified":"2017-04-07T15:07:03","modified_gmt":"2017-04-07T18:07:03","slug":"parque-no-bairro-ribeiro-de-abreu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/parque-no-bairro-ribeiro-de-abreu\/","title":{"rendered":"Parque no Bairro Ribeiro de Abreu"},"content":{"rendered":"<h1 class=\"page-title\">Estudantes da Arquitetura e moradores fazem mutir\u00e3o para construir parque no bairro Ribeiro de Abreu<\/h1>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><div id=\"attachment_389689\" style=\"width: 490px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-389689\" class=\"size-full wp-image-389689\" src=\"https:\/\/sites.arq.ufmg.br\/ea\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Rio-do-on\u00e7a-reduzida.jpg\" alt=\"Parque ser\u00e1 constru\u00eddo \u00e0s margens do Ribeir\u00e3o do On\u00e7a: equipe acredita que o espa\u00e7o pode desestimular a\u00e7\u00f5es poluidoras\" width=\"480\" height=\"321\" srcset=\"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Rio-do-on\u00e7a-reduzida.jpg 480w, https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Rio-do-on\u00e7a-reduzida-300x201.jpg 300w, https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Rio-do-on\u00e7a-reduzida-224x150.jpg 224w, https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Rio-do-on\u00e7a-reduzida-150x100.jpg 150w, https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Rio-do-on\u00e7a-reduzida-272x182.jpg 272w\" sizes=\"auto, (max-width: 480px) 100vw, 480px\" \/><p id=\"caption-attachment-389689\" class=\"wp-caption-text\">Parque ser\u00e1 constru\u00eddo \u00e0s margens do Ribeir\u00e3o do On\u00e7a: equipe acredita que o espa\u00e7o pode desestimular a\u00e7\u00f5es poluidoras<\/p><\/div>Professores e alunos da Escola de Arquitetura se unem, neste fim de semana, \u00e0 comunidade do bairro Ribeiro de Abreu em um mutir\u00e3o para dar continuidade \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de um parque \u00e0s margens do Ribeir\u00e3o do On\u00e7a. No s\u00e1bado, 8, e domingo, 9, das 8h \u00e0s 18h, os volunt\u00e1rios comparecer\u00e3o \u00e0 Rua Ant\u00f4nio Ribeiro de Abreu para ajudar a equipe a erguer o espa\u00e7o. Podem participar pessoas de todas as faixas et\u00e1rias, com algum ou nenhum conhecimento em constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O bairro, na regi\u00e3o norte de Belo Horizonte, \u00e9 atravessado pelo Ribeir\u00e3o do On\u00e7a e sofre com constantes inunda\u00e7\u00f5es. Os moradores da regi\u00e3o reivindicam, h\u00e1 uma d\u00e9cada, a cria\u00e7\u00e3o de um espa\u00e7o de conviv\u00eancia e conseguiram que a Prefeitura de Belo Horizonte elaborasse um projeto para o local. A Prefeitura chegou a iniciar as obras, demolindo casas que ocupavam \u00e1rea de tr\u00eas mil metros quadrados, mas a constru\u00e7\u00e3o do parque n\u00e3o foi adiante.<\/p>\n<p>Foi nesse contexto que os professores Adriano Mattos Correa e Roberto Rolim Andr\u00e9s, da disciplina Oficina de fundamenta\u00e7\u00e3o e instrumenta\u00e7\u00e3o, propuseram aos alunos do primeiro per\u00edodo de Arquitetura e Urbanismo a realiza\u00e7\u00e3o do Jogo O\u00e1sis, metodologia que favorece a participa\u00e7\u00e3o direta das comunidades locais em obras de interesse p\u00fablico.<\/p>\n<p>Do olhar \u00e0 &#8216;re-evolu\u00e7\u00e3o&#8217;<br \/>\nO Jogo O\u00e1sis foi criado por arquitetos de Santos (SP), que coordenam o Instituto Elos. A ideia \u00e9 que ele funcione, segundo o site do instituto, como uma \u201cferramenta de apoio \u00e0 mobiliza\u00e7\u00e3o cidad\u00e3 para a realiza\u00e7\u00e3o de sonhos coletivos\u201d. A metodologia se baseia na coopera\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios atores sociais, como os jogadores, os membros da comunidade local, ONGs e o poder p\u00fablico para a idealiza\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o de uma obra p\u00fablica. Essa ferramenta, que compreende sete etapas \u2013 Olhar, Afeto, Sonho, Cuidado, Milagre, Celebra\u00e7\u00e3o e Re-evolu\u00e7\u00e3o \u2013 j\u00e1 foi utilizada em diversas cidades do Brasil.<\/p>\n<p>\u201cOs alunos v\u00e3o para o bairro e realizam um processo que envolve mapeamento, diagn\u00f3stico, uma conversa com os moradores locais e cria\u00e7\u00e3o coletiva do projeto de interven\u00e7\u00e3o. Ao fim, estudantes e moradores formam um mutir\u00e3o para erguer um espa\u00e7o de conviv\u00eancia social\u201d, explica o professor Roberto Andr\u00e9s.<\/p>\n<p>A metodologia O\u00e1sis vem sendo aplicada no bairro Ribeiro de Abreu por meio de parceria entre os alunos e professores da Escola de Arquitetura, a unidade O\u00e1sis BH, o coletivo Micr\u00f3polis e a Comupra (Associa\u00e7\u00e3o de moradores do bairro). \u201cEsse projeto \u00e9 importante para que os alunos desloquem o olhar do centro para as periferias. \u00c9 um trabalho de sensibiliza\u00e7\u00e3o aplicada em forma de um jogo, o que favorece resultados r\u00e1pidos\u201d analisa Andr\u00e9s.<\/p>\n<p>A estudante J\u00e9ssica Campos, do curso de Arquitetura, afirma que o jogo n\u00e3o \u00e9 apenas uma forma de aprendizado para os alunos: \u201cQueremos mostrar para essa comunidade que ela pode se mobilizar para conquistar o que necessita e n\u00e3o precisa esperar por atitudes de grandes institui\u00e7\u00f5es ou do poder p\u00fablico\u201d.<\/p>\n<p>Maquete<br \/>\nAt\u00e9 o momento, a equipe realizou reuni\u00f5es com a comunidade para conhecer as principais car\u00eancias \u2013 na \u00faltima delas, uma maquete foi elaborada a partir das sugest\u00f5es dos moradores. \u201cPrecisamos entender o que a comunidade quer para aquele espa\u00e7o, n\u00e3o podemos simplesmente chegar l\u00e1 e construir um parque\u201d, justifica J\u00e9ssica.<\/p>\n<p>Para executar o projeto, a equipe precisa, al\u00e9m de pessoas dispostas a ajudar, de equipamentos e materiais de constru\u00e7\u00e3o como areia, cimento, madeiras, cordas, ferramentas, mudas de plantas, pregos e parafusos.<br \/>\n<div id=\"attachment_389692\" style=\"width: 390px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-389692\" src=\"https:\/\/sites.arq.ufmg.br\/ea\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Maquete-thumb.jpeg\" alt=\"Maquete do parque elaborada em conjunto com a comunidade local\" width=\"380\" height=\"285\" class=\"size-full wp-image-389692\" srcset=\"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Maquete-thumb.jpeg 380w, https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Maquete-thumb-300x225.jpeg 300w, https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Maquete-thumb-200x150.jpeg 200w, https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Maquete-thumb-150x113.jpeg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 380px) 100vw, 380px\" \/><p id=\"caption-attachment-389692\" class=\"wp-caption-text\">Maquete do parque elaborada em conjunto com a comunidade local<\/p><\/div><br \/>\nMais informa\u00e7\u00f5es sobre o mutir\u00e3o no bairro Ribeiro de Abreu podem ser encontradas na <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/oasisbeaga\/?fref=ts\" target=\"_blank\"><font size=\"3\">p\u00e1gina do projeto O\u00e1sis BH no Facebook<\/font>.<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudantes da Arquitetura e moradores fazem mutir\u00e3o para construir parque no bairro Ribeiro de Abreu &nbsp; Professores e alunos da Escola de Arquitetura se unem, neste fim de semana, \u00e0 comunidade do bairro Ribeiro de Abreu em um mutir\u00e3o para\u2026<\/p>\n<p> <a class=\"continue-reading-link\" href=\"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/parque-no-bairro-ribeiro-de-abreu\/\"><span><\/span><i class=\"crycon-right-dir\"><\/i><\/a> <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[31],"tags":[],"class_list":["post-389688","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ea"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/389688","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=389688"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/389688\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":389694,"href":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/389688\/revisions\/389694"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=389688"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=389688"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=389688"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}