﻿{"id":843857,"date":"2018-08-30T10:43:26","date_gmt":"2018-08-30T13:43:26","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.arq.ufmg.br\/ea\/?p=843857"},"modified":"2018-08-30T14:57:43","modified_gmt":"2018-08-30T17:57:43","slug":"campo-de-poder-dos-grandes-projetos-urbanos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/campo-de-poder-dos-grandes-projetos-urbanos\/","title":{"rendered":"Campo de poder dos grandes projetos urbanos"},"content":{"rendered":"<h1 class=\"page-title\">Campo de Poder dos Grandes Projetos Urbanos<\/h1>\n<p>Daniel Medeiros de Freitas<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<a href=\"http:\/\/annablume.com.br\/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=507:campo-de-poder-dos-grandes-projetos-urbanos&amp;catid=6:site\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.arq.ufmg.br\/ea\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Livro-Daniel-2.png\" alt=\"\" width=\"421\" height=\"609\" class=\"alignleft size-full wp-image-843863\" srcset=\"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Livro-Daniel-2.png 421w, https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Livro-Daniel-2-207x300.png 207w, https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/Livro-Daniel-2-104x150.png 104w\" sizes=\"auto, (max-width: 421px) 100vw, 421px\" \/><\/a><br \/>\nO professor Daniel Freitas, do departamento de Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG, analisa a produ\u00e7\u00e3o dos Grandes Projetos Urbanos da Regi\u00e3o Metropolitana de Belo Horizonte utilizando a teoria bourdiana de campo de poder. Na primeira parte do livro, o autor exp\u00f5e a vincula\u00e7\u00e3o entre as recentes inflex\u00f5es na pol\u00edtica econ\u00f4mica global e as caracter\u00edsticas dos GPUs.<\/p>\n<p>Em seguida, 26 projetos s\u00e3o estudados a partir de suas caracter\u00edsticas invariantes, quando o autor desvela as propriedades relacionais e disposicionais do campo de poder e mapeia os capitais e habitus dos seus principais agentes.<\/p>\n<p>Na \u00faltima parte, Freitas re\u00fane propostas para a necess\u00e1ria revis\u00e3o da atua\u00e7\u00e3o dos planejadores urbanos no campo de produ\u00e7\u00e3o dos GPUs.<\/p>\n<p>Daniel M. de Freitas \u00e9 doutor em Arquitetura e Urbanismo pelo NPGAU\/UFMG (2016) e professor adjunto da Escola de Arquitetura e Urbanismo da UFMG. \u00c9 um dos organizadores do livro Belo Horizonte \u2013 Os impactos da Copa do Mundo de 2014.<\/p>\n<h4><a href=\"https:\/\/www.ciadoslivros.com.br\/campo-de-poder-dos-grandes-projetos-urbanos-a-regiao-metropolitana-de-belo-horizonte-1081806-p698952\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\"><strong>Compre aqui<\/strong><\/a> ou Pelo e-mail:  <strong>danielmedeirosdefreitas@gmail.com<\/strong><\/h4>\n<h4>Obra utiliza a teoria bourdiana sobre o campo de poder com \u00eanfase no capital econ\u00f4mico, pol\u00edtico e cultural. Por Daniel Freitas<\/h4>\n<p>&nbsp;<br \/>\nO objetivo central deste livro \u00e9 desvelar as rela\u00e7\u00f5es de poder que estruturam a produ\u00e7\u00e3o deGrandes Projetos Urbanosna Regi\u00e3o Metropolitana de Belo Horizonte. Para tal, articula (a) a identifica\u00e7\u00e3o das caracter\u00edsticas invariantes da forma urbana e seus processos de planejamento, projeto, constru\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o; e (b) temas da teoria urbana, entre outros, a conforma\u00e7\u00e3o do processo de neoliberaliza\u00e7\u00e3o local, a estrutura fundi\u00e1ria e seu papel nos grandes projetos, as peculiaridades do hist\u00f3rico de urbaniza\u00e7\u00e3o, o papel das grandes empreiteiras e as escolas hegem\u00f4nicas de planejamento. O livro est\u00e1 organizado em duas partes. A primeira apresenta a vincula\u00e7\u00e3o entre os GPU e as inflex\u00f5es na pol\u00edtica econ\u00f4mica relacionadas aos processos de globaliza\u00e7\u00e3o e neoliberaliza\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o urbano, identificando quais s\u00e3o e qual a intensidade das determina\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e pol\u00edticas sobre os projetos estudados. Em seguida, investiga o conceito de Grande Projeto Urbano a partir de suas caracter\u00edsticas formais e processuais invariantes, com foco no impacto sobre a pol\u00edtica urbana e atento ao modo como este tipo de projeto se alinha com a retomada da chamada urban\u00edstica formal. Completa a primeira parte a an\u00e1lise do processo de urbaniza\u00e7\u00e3o da RMBH, com destaque para o hist\u00f3rico de grandes interven\u00e7\u00f5es e para o modo como ocorreu a converg\u00eancia entre as for\u00e7as econ\u00f4micas e os conceitos, instrumentos e pr\u00e1ticas do campo do planejamento urbano local.<\/p>\n<p>A segunda parte analisa um conjunto de vinte e seis projetos, considerando suas caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas, agentes, processos decis\u00f3rios, impactos territoriais e rela\u00e7\u00e3o com a teoria urbana. A partir dessa an\u00e1lise, utiliza a teoria bourdiana sobre o campo de poder para desvelar as estruturas relacionais e disposicionais dessa pr\u00e1tica, com \u00eanfase no capital econ\u00f4mico, pol\u00edtico e cultural, e no habitus de seus principais agentes. Finalmente, prop\u00f5e um vetor propositivo a partir do qual s\u00e3o articuladas t\u00e1ticas, estrat\u00e9gias e possibilidades de interven\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s, sobretudo, da atua\u00e7\u00e3o dos planejadores urbanos na produ\u00e7\u00e3o dos GPU.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Campo de Poder dos Grandes Projetos Urbanos Daniel Medeiros de Freitas &nbsp; O professor Daniel Freitas, do departamento de Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG, analisa a produ\u00e7\u00e3o dos Grandes Projetos Urbanos da Regi\u00e3o Metropolitana de Belo Horizonte utilizando\u2026<\/p>\n<p> <a class=\"continue-reading-link\" href=\"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/campo-de-poder-dos-grandes-projetos-urbanos\/\"><span><\/span><i class=\"crycon-right-dir\"><\/i><\/a> <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[31],"tags":[],"class_list":["post-843857","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ea"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/843857","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=843857"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/843857\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":844067,"href":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/843857\/revisions\/844067"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=843857"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=843857"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.arq.ufmg.br\/ea\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=843857"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}